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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Após a fecundação ocorre a nidação
Após a fecundação nas trompas, o óvulo fecundado inicia um caminho lento para chegar até o útero. Chegando ao útero ele precisa se fixar para que a gravidez possa evoluir, esse processo de fixação chama-se nidação.
O óvulo leva de 4 a 15 dias para chegar ao útero. E só após a nidação, que o corpo inicia a produção do HCG (Hormônio Coriônico Gonadotrófico), por isso é tão importante aguardar o atraso para fazer um teste de gravidez, pois antes disso o exame pode não marcar. Ou seja, não existe falso negativo e sim um teste/exame feito prematuramente.
Nesse período em que o óvulo se desloca até o útero, vai acontecendo a divisão celular, essa fase é chamda de mórula. E é nessa fase que o ovo fica mais vulnerável, pois os o sistema imunológico da mãe pode considerá-lo um corpo estranho e acabar atacando-o e o expulsando espontâneamente do corpo. Isso também pode ocorrer porque o organismo verifica que houve algum problema no processo de divisão celular, fazendo uma seleção natural, evitando assim que uma gestação com problemas continue.
Pesquisas indicam que de cada 3 óvulos fecundados, apenas um consegue chegar ao útero da mulher. Isso explica porque tantas mulheres demoram para engravidar.
O endométrio é parte importante para que ocorra a nidação, pois ele precisa ser proliferativo, ter um espessura entre 7 e 15mm e ter 3 camadas, pois só assim a nidação acontece de forma segura para o desenvolvimento da gestação.
A nidação pode ser visível ou não, podem ocorrer cólicas leves, pequenos sangramentos em sangue escuro, vivo ou bem claro, ou ainda um corrimento escuro ou caramelo. Esse sangramento ou corrimento pode ocorrer uma única vez, ou várias vezes, sempre em pouca quantidade. Pois nesse processo podem ocorrer pequenas descamações do endométrio.
Se houver um sangramento em maior quantidade, semelhante ao fluxo menstrual, pode ser uma deficiência de progesterona, uma gravidez ectópica e/ou um início de aborto, ou um pequeno descolamento do endométrio com a implantação que se não estiver espesso o suficiente poderá fazer com que a gravidez não evolua. Se a gravidez tem mais tempo, ou seja a nidação já aconteceu, pode ser um deslocamento de placenta. Por algum problema, o ovo pode acabar se aderindo a parede da trompa, o que produz uma gestação tubária e ocasiona sangramento. Então é sempre bom consultar o médico em qualquer dessas situações.
Só após a nidação pode-se considerar tecnicamente o início da gravidez, e a partir dela que inicia-se a formação da placenta.

Quanto tempo sobrevive um espermatozóide dentro do corpo da mulher?????
Os espermatozóides mais poderosos sobrevivem até cinco dias, mas a médida de sobrevivência é de 48 a 72 horas depois da ejaculação. Essa sobrevida significa que dá, sim, para uma garota engravidar mesmo fora do perído fértil. Se ela transar dois ou três dias antes da ovulação, pode rolar a fecundação.“Os espermatozóides que sobrevivem por mais tempo são os que carregam cromossomos X – se eles fecundarem um óvulo, dão origem a uma menina. Eles são mais lentos e economizam energia. Já os espermatozóides Y – que dão origem a meninos – são mais rapidinhos, gastam muita energia e vivem menos”, diz Carolina Carvalho, ginecologista da Unifesp. A vida dos espermatozóides não é mole: em 48 horas, eles assistem à morte de milhões de colegas – dos cerca de 300 milhões de espermatozóides expelidos a cada ejaculação, apenas 500 chegam às trompas, os canais que ligam o útero aos ovários e onde acontece a união do espermatozóide com o óvulo. Para piorar, eles enfrentam pelo caminho o muco expelido pela vagina, que tem uma textura que dificulta o deslocamento. No período fértil das mulheres, a situação melhora um pouquinho: o muco fica menos espesso, facilitando a “natação” dos espermatozóides. Sabe como os “bichinhos” sobrevivem durante esse tempo? Simples: eles se alimentam de frutose, um tipo de açúcar expelido no sêmen. Eles passam das trompas para a cavidade abdominal, onde se alojam todos os órgãos da região da barriga. Lá, eles são absorvidos pelo corpo da mulher e caem na corrente sanguínea. Esse processo, claro, não faz mal nenhum à mulher.
fonte: http://maiorsonhosermae-site.webnode.com.pt/fecunda%C3%A7%C3%A3o%20e%20nida%C3%A7%C3%A3o/
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Muco Cervical (Método de Billings)
Controle do Muco Cervical Existem vários tipos de secreções vaginais, uma delas é o muco cervical, uma secreção natural da mulher que se modifica durante o ciclo menstrual, em termos de volume, textura e aparência, dando pistas sobre a fertilidade da mulher.
O papel fundamental deste muco, durante a época fértil, é nutrir, proteger e ajudar os espermatozóides a chegarem a seu destino, ou seja, percorrerem o útero e penetrarem nas trompas para
Fase pré-ovulatória (período "seco"):
Logo após o final da menstruação, devido aos baixos níveis de estrógeno e progesterona, algumas mulheres não são férteis, pois não secretam muco, ou secretam muito pouco, que nesta fase se encontra grosso, opaco (branco ou amarelo), pastoso e se quebra quando esticado. Quando a mulher tem um ciclo menstrual muito curto, o período "seco" é ausente ou reduzido em dias.
Fase ovulatória (período fértil):
À medida em que a ovulação se aproxima, as criptas cervicais começam a produzir uma maior quantidade de muco, que a cada dia que passa, vai ficando mais fino, líquido, leitoso e escorregadio. Isso ocorre em razão do aumento da produção de estrógeno, e a mulher já pode notar uma sensação de umidade (sinal de fertilidade). No período onde é mais fácil engravidar, o muco fica transparente, claro, escorregadio e elástico quando em contato com os dedos, indicando que a ovulação está por vir. Quanto mais elástico o muco estiver, mais fértil a mulher estará. O dia do ápice da elasticidade do muco corresponde ao pico da secreção de estrógeno e, fisiologicamente, antecede a ovulação por não mais que três dias. Muitas mulheres comparam o muco desta fase com a clara de ovo, porém ele pode ser amarelado ou avermelhado.
Fase pós-ovulatória (período "seco"):
Aproximadamente quatro dias após o dia do ápice da elasticidade do muco, e devido ao aumento dos níveis de progesterona e diminuição de estrógeno, o muco diminui, volta a ser opaco e perde a elasticidade. Este período já não é mais fértil e a mulher entra no período "seco" pós-ovulatório, que vai até o final do ciclo menstrual.
Como verificar as características do muco:
O muco deve ser observado todos os dias, introduzindo-se os dedos polegar e indicador na vagina para em seguida separá-los a fim de verificar seu aspecto e elasticidade, que pode atingir uma distensão de 15 a 20 mm no dia do ápice.